A minha, a verdadeira, onde eu cresci, aprendi a nadar, a comer bolas de berlim e a jogar ao prego. Para onde rumei diariamente anos a fio, desde finais de junho a outubro, fizesse sol ou nevoeiro, (porque este último também tem propriedades terapêuticas (?), e de qualquer modo acaba por levantar). E onde volto sempre, porque continuo a morar nos arredores...e é a minha praia!
Deve ser muito bom ter uma praia para chamar de minha...
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