quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

"A prática leva à perfeição "

De férias mas com o tempo condicionado pelos horários  da escola, entretenho-me a aperfeiçoar  a arte de cozer fechos éclair. No intervalo das entregas e recolhas de crianças  e avó, agarro-me à   costura  enquanto  devoro sem critério   todas as séries  da fox crime. Não , não  estou maluca nem deprimida, é  mesmo o meu ideal  de relax. Ter tempo para imaginar e criar  estes mosaicos de tecidos é para mim terapêutico. E com a desculpa de que os fechos nunca ficam exactamente  como  eu imaginava vou fazendo bolsinhas  atrás  de bolsinhas. O que  vale é  que há  sempre alguém  amigo  que encontra algum encanto na imperfeição. Assim tenho mais uma desculpa para continuar :))

2 comentários:

  1. Olá Teresa, também já tive mais medo dos fechos. Nos dias que correm, atiro-me, e seja o que Deus quiser. Conto, como tu, com as amigas que não se importem com os defeitos! E sim, não há melhor terapia do que juntar e coordenar tecidos. Leva mais tempo do que executar a peça em si, mas passamos ali bons momentos esquecidas do mundo. Beijinho, bom Carnaval.

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  2. Não é loucura nem depressão :) É mesmo assim! Para mim também é uma óptima maneira de passar o tempo. E o "imperfeito" (depende de quem avalia, claro!, porque para mim está perfeito) é muito mais interessante ... :) bj

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